Recentemente, vazamentos na rede social chinesa Weibo revelaram as possíveis cores do primeiro iPhone dobrável da Apple. Este dispositivo, que é especulado como o iPhone Ultra, deve ser lançado em duas opções de tonalidades, ambas em uma paleta discreta, sem a inclusão de cores vibrantes.
Conforme informações do portal Canaltech, a cor branca é apontada como a única alternativa confirmada até agora pelos vazadores. A segunda tonalidade ainda gera controvérsias entre as fontes chinesas, com sugestões que variam entre prata metálico, azul-marinho (semelhante ao usado no iPhone 17 Pro) e um tom cinza escuro.
Os dados foram inicialmente compartilhados por leakers asiáticos e corroborados por relatórios internacionais veiculados pelo Mac Rumors e pelo GSM Arena. Até o presente momento, a Apple não fez nenhum pronunciamento oficial sobre detalhes técnicos ou estéticos do seu futuro aparelho dobrável.
A decisão de lançar o dispositivo com uma paleta restrita está relacionada aos desafios industriais enfrentados pela gigante americana. O analista Ming-Chi Kuo, uma referência em previsões sobre a Apple, indicou que problemas de produção e o baixo rendimento nas linhas de montagem podem restringir os envios iniciais do produto.
Espera-se que a quantidade de unidades produzidas do iPhone dobrável seja limitada nos primeiros anos após seu lançamento. Por essa razão, a empresa sediada em Cupertino deve optar por oferecer apenas algumas variantes na estreia, evitando dispersar sua produção em várias opções de cores.
Rumores indicam que o novo dispositivo será apresentado em setembro de 2026, durante o evento anual da Apple que também revelará a linha iPhone 18 Pro. Considerado um dos modelos mais caros já fabricados pela companhia, o preço inicial deverá ultrapassar os US$ 2 mil, equivalente a cerca de R$ 9,8 mil na conversão direta.
Essa informação sobre o valor foi divulgada pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, reconhecido por suas fontes confiáveis sobre os planos da Apple. Com esse preço elevado, o aparelho se posicionará como um item de luxo dentro da linha da marca, superando modelos como o iPhone Pro Max.
A entrada da Apple no mercado de smartphones dobráveis ocorre com um atraso notável em comparação às fabricantes asiáticas. Empresas chinesas como Huawei, Xiaomi, Honor e Oppo, além da sul-coreana Samsung, já estão consolidadas nesse segmento há anos e estabelecem os padrões tecnológicos para as dobradiças e telas flexíveis disponíveis globalmente.
Esse movimento da Apple se dá em um contexto onde a indústria eletrônica chinesa avança rapidamente. A Huawei tem lançado modelos com tecnologias inovadoras como dobra tripla e materiais avançados, pressionando o ecossistema ocidental a acompanhar uma tecnologia já firmada no Oriente.
Vazamentos anteriores indicam que a Apple começou recentemente a produzir protótipos do seu iPhone dobrável. No entanto, sua fabricação em larga escala ainda depende da superação de obstáculos técnicos relacionados à durabilidade das telas e ao mecanismo das dobradiças — aspectos críticos para essa categoria de dispositivos.
A escolha por cores neutras como branco, prata e cinza escuro reflete uma tendência observada nos lançamentos recentes da marca, que tem evitado tons mais chamativos para seus modelos premium. Essa estratégia visa reforçar a imagem sofisticada do aparelho e minimizar riscos relacionados ao estoque de opções menos populares.
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